crentes e católicos

 Na metade da década de 1990 alguma tia, a avó e alguns vizinhos adentraram no coro evangélico, um coro de matriz pentecostal. Muitas chacotas, como a música do Asa de Águia (“eu era um bêbado e vivia drogado, hoje estou curado, encontrei…).


Hoje mais de uma tia materna, pelo que sei observando de longe, já frequenta há mais de uma ou duas décadas os recintos pentecostais. E não apenas elas: estudantes, mestres e doutores com os quais convivo, muitos mais vizinhos nos inumeráveis bairros onde morei.


Católicos e evangélicos primam pelo respeito mútuo nestas terras, mas se olham com certa desconfiança, aquela desconfiança entre primos rivais.


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