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Nossa PLENITUDE... segundo a melhor literatura

Vi um senhor bem sentado (1) na porta de um butecu (2). Transmitia segurança; a insegurança era toda dos observadores, dos clientes ou do pessoal que esperava o bus na parada em frente ao butecu .  O velho materializava a tal plenitude. Disso não duvido, e para duvidar disso você precisa transmitir essa coisa estranha que mistura serenidade, presença, e uma dose de alegria numa medida que não ultrapassa a sutileza da paz. Já vi esse velho anteriormente, várias vezes.  Na adolescência, em alguma cidade do interior, ou na vida adulta (antes e após deixar o álcool e o cigarro). Já o vi tanto em minha fase crua e incandescente quanto nesta atual, algo de  cronista atento, com lápis e papel. O próprio Raul Seixas o viu, e ainda hoje todos cantam duvidando enquanto se esforçam pra crer (3). Nos interessa mais que o velho a plenitude, e mais que a plenitude, as universais e acessíveis definições da plenitude.  Na cadeia podem surgir bons exemplos de plenitude, ou não? Vigia...

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Me chamo Dario Pouso e publico aqui notas sobre notícias e temas encontrados nas fronteiras entre as artes e a história — o que, claro, inclui algo de política, educação, filosofiaS (assim, no plural) e DETALHES do cotidiano que me convidam a instigar AQUI estranhamentoS. Historiador e professor de história desde fevereiro de 2006. Mestre e Doutorando em Teoria e História da Arte. Contato e registros visuais: Instagram @darioandrespouso