Não sou nordestina, sou paulixxxta
ocorreu ontem, mais ou menos como relatado abaixo Uma moça vende coxinhas, limpa o balcão e tem a chave Pix com o seu nome escrito num adesivo perto do local reservado ao que seria, há algumas décadas, uma caixa registradora. Não existem mais caixas registradoras como aquelas que eu vi no começo de 1990 (1) . Não existem mais. Já eram velhas quando eu as vi e toquei. Em 1990 — repito o ano —, em 1990, quando todos os rapazes entre 15 e 80 anos queriam entrar no táxi com a Angélica. (2) O caixa da lancheria — ou seria salgadaria? — tem uma maquininha de passar cartão. Corrigindo: o caixa da salgadaria tem uma maquininha de aproximar cartão. Hoje em dia, além das ausências de máquinas registradoras em pequenos comércios, temos a ausência da fricção entre cartão e dispositivo de cobrança; podem clonar, como clonaram o da minha mãe em São Paulo quando ela me emprestou pra minha viagem (3). Apesar de utilizar um cartão de débito apenas, de vez em quando peço emprestado o de crédito, e ...




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