agosto 26
Algum tempo sem postar nada, o que por um lado é super positivo. As pausas fazem parte de qualquer projeto que se propõe a durar, a ir, a prosseguir fuçando em alguma área da vida, neste caso história e arte.
Aqui, prosseguindo no doutorado, pesquisando Torres-García. Neste momento preparando uma apresentação para o Congresso Antropologías del Sur (Novembro Foz do Iguaçu). Trata-se de estabelecer relações entre Torres-García e o comunismo primitivo de Carlos Mariátegui, um desafio que espero que contribua com o capítulo reservado para as relações do pensamento do artista uruguaio com o pensamento político, filosófico e artístico latino-americano.
No trabalho, além das aulas no ensino médio e licenciatura em pedagogia, me propus a dar aulas numa disciplina da pós-graduação, o que tem me feito abrir ainda mais os horizontes, oportunidade encantadora com alunos que já são docentes há tempos, e nessa pós em ensino de humanidades e linguagens trocamos figurinhas na execução do curso.
Além dessas atividades, rascunhando algumas linhas para colaborar com um veículo de comunicação de Goiânia, oportunidade surgida através do convite de um colega docente que trabalha nesse projeto editorial.
Outos registros novedosos: retomada do Jiu-Jitsu, abandono definitivo do Instagram e aprofundando com alegria a minha relação com Daime/Ayahuasca.
Por fim, aproveito para registrar aqui a dor e saudade causada pela partida do meu amigo (ontem pela tarde, tarde chuvosa lá na fronteira) e “casi abuelo” Juan Sosa, que por 21 anos foi companheiro da minha abuela Quela, no Chuy Uruguai. Gratidão a esse viejo que construiu tantas casas e tanto me transmitiu (tomando chimarrão) conhecimentos de infinito valor sobre muitas coisas, sobretudo histórias e lendas da fronteira mais linda do mundo. Hasta siempre Juan!
![]() |
| Chuy- Fevereiro/2026 |
